Minha Memória de Séries #46 – Full House (Três É Demais) - O Planeta Alternativo

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Minha Memória de Séries #46 – Full House (Três É Demais)

Três homens de diferentes personalidades nos revelam nas telas as incidências que experimentaram ao cumprir a missão de pais de três crianças: DJ, Stephanie e Michelle Tanner depois de ficarem orfãs de mãe, devido a um acidente automobilístico. Full House (Três É Demais, no Brasil) mostra as dificuldades que todo pai encontra ao educar seus filhos durante a sua infância e adolescência, resolvendo as com amor, disciplina e humor. Através de divertidas situações, nesta casa localizada em São Francisco, também trata da incondicional amizade entre os adultos e a mútua aprendizagem que a convivência lhe traz, sem se importar com as diferentes idades. Em #46 do Minha Memória de Séries, Full House. Uma das séries favoritas da minha infância.

Full House

Contando a história de Danny e suas três filhas que são criadas por ele, tio Joey e o amigo Jesse, a série nos mostra além de simpáticos e fofos momentos, algumas dificuldades dessa situação, mas sempre com muita leveza e bom humor.

Danny Tanner (interpretado por Bob Saget) é um pai, apesar de já bastante experiente, extremamente cauteloso e até neurótico. Não o personagem mais carismático da série, mas essencial para ser o contraponto com Joey (interpretado por Dave Coulier) e Jesse (interpretado por John Stamos) que são os titios que ajudam a (des)educar as meninas. Joey é o amigo sem noção de Danny que em muitas horas é pior que as crianças, também não é o personagem mais engraçado da série, entretanto é o responsável pelos momentos mais sem-noção dos episódios. Já Jesse é o deslumbrado e eternamente projeto de músico, o personagem que, mesmo bem humorado na maior parte do tempo, serve de balança e alterna entre a seriedade típica de Danny e a infantilidade de Joey. Junto ao trio, após algumas temporadas, junta-se Becky (interpretada por Lori Loughlin), namorada/esposa de Jesse e os filhos gêmeos (e mega cutes) deles, Nicky e Alex (interpretados por Blake e Dylan Tuomy-Wilhoit).

Você está encrencada, mocinha.
TANNER, Michelle 

Já na parte mais feminina e jovem da série, D.J. (interpretada por Candace Cameron, minha favorita desde sempre) é a filha mais velha de Danny, responsável pelos momentos adolescente em crise do roteiro junto à sensacional amiga Kimmy (interpretada por Andrea Barber), que muitas vezes deixa os três protagonistas de cabelos em pé. Steph (interpretada por Jodie Sweetin) é a filha do meio, que vive aquela característica fase de transição de criança para adolescente, fazendo com que ela e, muito menos, eles saibam quando ela está em cada uma. Michelle (interpretada por Mary-Kate & Ashley Olsen) é a caçula da casa e, provavelmente, a personagem mais marcante e conhecida da série. Sendo responsável pela estreia de Mary Kate e Ashley Olsen na televisão, Full House revezava as duas irmãs na interpretação da irreverente e muito espontânea Michelle. Sempre com tiradas sensacionais (além de muito fofinhas!), ela é a maior responsável pelo reconhecimento da série e, consequentemente, pelos melhores momentos.



Everywhere you look, everywhere you look...

Ao contrário dos trabalhos feitos com o intuito de impressionar as críticas ou ainda garantir premiações, Full House surgiu apenas com o compromisso de entreter, proposta que atualmente parece estar sendo deixada de lado pela maioria das produções em um cenário onde só o cult crítico e politicamente correto tem espaço e aceitação. Lançada em 1987, a trama vinha ao ar em um momento delicado para sua emissora original, a ABC, devido à perda da sua liderança e também de seus insights criativos no lançamento de produtos. Entretanto, com uma proposta bastante popular, o roteiro conseguiu conquistar e permanecer no ar por oito temporadas. Verdade seja dita, algumas não tão boas quanto às outras. Uma questão de desgaste natural. Enfim, Full House conseguiu de maneira vitoriosa cumprir a sua proposta.

Por isso, merece a indicação e também um tempinho para se assistir a uma trama inocente e sem compromisso com os roteiros mais densos que ocupam a tevê nos dias de hoje. A série está completa na Netflix Brasil. Sempre que posso assisto um episódio e outro.

E para quem está por fora, a série ganhou um spin-off pela Netflix, que inclusive já falei aqui no blog, trata-se de Fuller House.

Um comentário:

  1. Nostalgia pura essa série. Assistia um episódio ou outro, mas nunca a vi inteira. A Michele era o ícone da série.
    Boa semana!

    Jovem Jornalista
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    Até mais, Emerson Garcia

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