12 Séries Que Nos Fazem Morrer De Rir - O Planeta Alternativo

segunda-feira, 17 de junho de 2019

12 Séries Que Nos Fazem Morrer De Rir

Quem nunca se pegou dizendo: ‘minha vida é uma sitcom’? E, por que será que as pessoas adoram tanto esse tipo de comédia televisiva?

Acredito que elas nunca sairão de moda, pois, geralmente, utilizam situações comuns que todos nós já passamos um dia e dão um tom humorístico a elas. Há uma identificação com as histórias, com os personagens que nos fazem pegar manias e falar expressões da mesma forma que acontece nos episódios.

Conforme os anos passam, e a vida vai ficando mais difícil, as pessoas sentem o desejo de reviver sua infância. E nada melhor para embarcar em uma viagem ao passado que voltar a assistir uma série que fez parte de sua vida.

Na verdade, todos nós gostamos de rir e não dispensamos uma boa comédia, não é mesmo? Pensando nisso, separei doze séries que fizeram um enorme sucesso ou que ainda fazem, afinal, muitas delas parecem que nunca irão sair de moda. Bom, vou deixar de enrolar e comecemos com as séries escolhidas.

12 Séries Que Nos Fazem Morrer De Rir

1. Chaves
(El Chavo del Ocho)

As vezes tenho dificuldade em enquadrar Chaves como uma série. Tem elenco, tem cenário, tem episódio, mas tudo parece tão simples que me deixa em dúvida. Acho que porque lá na minha infância eu encarava o personagem principal como parte da minha vida. Eu cresci assistindo e com cinco ou seis anos de idade você não consegue ter uma percepção de ficção e realidade.

No ar há mais 40 anos, seu enredo não exige quase nada do telespectador e ganha fãs a cada geração. Seu humor meio bobo pode ser considerado sem graça por alguns, mas está mais próximo da ingenuidade. O choro falso de Chiquinha; a malandragem de Seu Madruga; as bochechas de Quico; o cabelo de Dona Florinda; o sanduíche de presunto; a bola quadrada; a fadiga de Jaiminho e tantas outras coisas, já se tornaram parte da cultura brasileira, embora se trate de uma produção mexicana.

Chaves
Mesmo com o passar dos anos, alguns episódios são absolutamente clássicos. Sou obrigada a confessar que dois deles, o primeiro com a viagem a Acapulco e outro que gira em torno da honestidade do protagonista, me fizeram chorar. É provável que o grande mérito esteja em Roberto Bolaños, intérprete e criador da história da criança pobre e abandonada. Chega até a ser estranho tratá-lo dessa maneira. Por mais que Chaves seja um menino órfão, na maior parte do tempo, o peso disso fica de lado. Assim como a escolha de um adulto para o papel, a opção por um roteiro leve é apenas uma prova da falta de pretensão a que o programa se propunha. E provavelmente por isso, uma garantia de continuar fazendo sucesso, mesmo tendo produzido apenas 9 temporadas desde 1981.

2. Eu, a Patroa e as Crianças
(My Wife and Kids)

Michael Kyle (interpretado por Damon Wayans), um homem carinhoso, casado com uma mulher bonita e próspera, e pai de três crianças saudáveis. Típica família feliz? Não para Michael. Ele gostaria que toda sua família tivesse um comportamento diferente. Para ele, seu filho adolescente teria que curtir os clássicos de Michael Jackson e Barry White, não bandas de rap com nomes ameaçadores; sua filhinha de 12 anos seria doce e ainda brincaria de boneca, ao invés de ser temperamental e usar roupas curtas e maquilagem para impressionar os garotos da escola; e a caçula seguiria tudo que papai dissesse, ao invés de contestá-lo e impor suas vontades.

Michael acha que sua mulher deveria ser a típica dona de casa e mãe zelosa, daquelas que passam o dia todo cuidando da casa e dos filhos, preparando o jantar para quando todos chegarem, e não uma trabalhadora em ascensão, que acaba de receber um convite para ficar no escritório em período integral.

Eu, a Patroa e as Crianças

Sua maior realização é ver a família reunida à mesa, mesmo que na maior gritaria e com discussões entre as crianças. Ele vai lutar para ter isto, mesmo que o conceito de família seja muito diferente no mundo de hoje...

Exibido por anos pelo canal Sony e depois pelo SBT (dando visibilidade nacional pra série), ''Eu, a Patroa e as Crianças'' (título que recebeu por aqui) é uma das séries mais reprisadas pelo SBT nos últimos anos. E também uma das mais pedidas para entrar no catálogo da Netflix. Atualmente está no ar no canal Comedy Central Brasil. Vale a pena!

3. Todo Mundo Odeia o Chris
(Everybody Hates Chris)

Chris Rock, um dos mais famosos atores e comediantes da TV, entra na lista com a comédia Todo Mundo Odeia o Chris (Everybody Hates Chris), na qual conta histórias e vivências engraçadas de sua adolescência durante o fim da década de 80.

A começar pela luta que teve de travar para encontrar seu espaço em um colégio de brancos que ficava a duas horas de sua casa. Como o mais velho de três irmãos, no Brooklyn, Nova York, também precisou manter os mais novos na linha e superar os testes de sua escola. Neste contexto, Chris leva um pouco de sarcasmo e risos para os desafios e tristezas diárias que enfrentou.

Todo Mundo Odeia o Chris

Em 1982 Chris completa 13 anos e, ao entrar na adolescência, descobre que ela não é tão legal quanto imaginava ser. Em meio à responsabilidade de ter de cuidar dos irmãos mais novos, Drew e Tonya, enquanto seus pais trabalham, Chris amadurece rapidamente e percebe que já faz parte do universo adulto, mesmo sem ter idade para isso. Drew é o do meio, e é mais alto e confiante que Chris. Já Tonya é a bebê da família, que recebe toda a atenção dos pais.

E por falar em pais, Julius, o patriarca da família, trabalha em diversos lugares para sustentar a casa. Enquanto isso, Rochelle, a rígida mãe, trabalha meio-período em um escritório, faz os serviços domésticos e exige o melhor de seus filhos.

Com a determinação da mãe em ver Chris em uma boa escola, ele se depara com diversas trocas de ônibus por dia para freqüentar a Corleone Junior High School no bairro italiano de South Shore. Apesar de ser um alvo imediato para gozações, o charme e inteligência de Chris permitem que ele faça novos amigos como Greg, outro esperto e bom garoto, que não quer saber de confusões.

Em Everybody Hates Chris, conforme o protagonista olha para o seu passado, aos poucos descobre o que sua família já sabia: sua personalidade excêntrica, marcante e afiada irá lhe abrir portas.

Lembro que comecei a assistir a série na RecordTV em meados de 2007, que intantaneamente virou uma das minhas favoritas. Até nos dias de hoje é reprisado com uma boa audiência. Os bordões da série como ''meu marido tem 2 empregos'', ''ei, carinha que moro logo ali'', ''e aí suco de fruta'' marcam a série.

4. Um Maluco no Pedaço
(The Fresh Prince of Bel Air)

''Um Maluco no Pedaço'' descreve a rotina de um adolescente negro, chamado Will Smith (interpretado por Will Smith, dã), de origem muito pobre, nascido e criado nas ruas e quadras de basquete da Filadélfia.

Após uma briga com outros garotos da rua, a mãe de Will, com medo do futuro do filho, resolve enviá-lo para a casa do seu cunhado, Phillip Banks (interpretado pelo saudoso James Avery), um juiz muito bem sucedido, que mora na elegante e luxuosa Bel-Air em Los Angeles, para que o filho possa ter uma educação melhor.

Um Maluco no Pedaço

No início Will não se dá muito bem, pois sendo um garoto humilde, não comporta-se de maneira adequada, além de mostrar-se desinteressado pelos estudos e ainda arrumar várias atrapalhadas para a família de seus tios e primos na sofisticada casa.

Mas com o tempo e com seu jeito relaxado e tranquilo, Will conquista desde o comilão tio Phil, o tonto do primo Carlton (interpretado por Alfonso Ribeiro), a consumista e fútil prima Hillary (interpretada por Karyn Parsons), Ashley (interpretada por Tatyana Ali) a complexada adolescente e até o formal mordomo Jefrey (interpretado por Joseph Marcell).

A série até os dias de hoje é reprisada tanto pelo SBT, como pelo Comedy Central. O sucesso é tanto que a Netflix Brasil vai incluir novamente a série no catálogo devido a tantos pedidos. Vale a pena se divertir com a série.


5. Arnold / Minha Família É Uma Bagunça
(Diff'rent Strokes)

O rico e viúvo senhor Drummond vive com sua filha adolescente, Kimberly, em Manhattan. Há pouco tempo contratou a espontânea Sra. Garret como sua empregada, para substituir a recém falecida Sra. Jackson. Esta, também viúva, pouco antes de falecer, confia ao bom Sr. Drummond a criação de seus filhos. Assim chegam à sua bela casa o pequeno e irreverente Arnold, de oito anos, e seu arredio irmão Willis, de 12. Em meio a engraçadas situações até então inusitadas para garotos negros e pobres, Sr. Drummond tenta conquistar a confiança deles.

Arnold

Exibido por anos pela Nickelodeon como ''Minha Família é uma Bagunça'' e depois pelo SBT como ''Arnold'', sendo dando maior visibilidade pra série e reprisando por anos. Inclusive foi por lá que acompanhei nos finais de tarde. Era bem divertido e falava até de alguns temas interessantes como o preconceito racial, adoção, porte de drogas, xenofobia, anorexia e até mesmo abuso sexual foram alguns temas abordados no decorrer das oito temporadas da série.


6. I Love Lucy

Clássico dos clássicos, fórmula para muitas comédias românticas de hoje em dia, I Love Lucy fez e ainda faz sucesso entre os amantes de séries de TV. A série estreou na CBS americana, em 15 de outubro de 1951, mas só chegou ao Brasil nos anos 80. O seriado alcançava picos de audiência nos Estados Unidos, e até hoje Lucille Ball é lembrada como um marco na história da televisão.

I Love Lucy

"I Love Lucy" foi um marco na televisão, especialmente por apresentar uma mulher como personagem principal em 1951, que ainda não aceitava ser apenas dona de casa e sonhava em ser uma pop star. O sucesso imediato da série se deveu a uma ideia simples, mas que marcou uma época: pela primeira vez, o cotidiano das famílias da classe média americana era retratado na televisão. O que tornava cada episódio especial era a incrível atuação de Ball e sua capacidade para fazer qualquer um rir. Some-se a isso o fato de que a atriz insistia em atuar com seu marido verdadeiro, Desi Amaz, o que aumentava a química entre os atores. Inicialmente, os produtores não acreditavam que daria certo, mas Arnaz permaneceu fazendo o papel de Ricky até o fim, contribuindo também com sugestões de roteiro e músicas para a série.

Mas aí vocês perguntam: Cara, como você assistiu isso que não faz parte da sua geração? Simples! Em 2015, o SBT começou a exibir a série em plena 14h da tarde. Eu comecei a gravar alguns episódios e me diverti bastante. Depois a série foi exibida nas madrugadas do canal e eu uma vez ou outra conferia os episódios. Recomendo bastante a série!

7. Dois Homens e Meio
(Two and a Half Men)

Charlie Harper (interpretado por Charlie Sheen) é um solteirão bem de vida que vive numa casa na praia, tem um belo carro na garagem e tem uma grande facilidade de conquistar as mulheres. Seu estilo de vida casual em Malibu é interrompido quando seu irmão Alan (interpretado por Jon Cryer), que está no meio de um divórcio, e seu sobrinho de 10 anos Jake (interpretado por Angus T. Jones), chegam para morar com ele.

Dois Homens e Meio

Para complicar ainda mais as coisas, há também a obcecada e controladora mãe de Charlie e Alan, Evelyn (Holland Taylor); a afastada mulher de Alan, Judith (Marin Hinkle, "Once and Again"), que "acredita" que é gay; e a atraente e meio estranha vizinha Rose (Melanie Lynskey), que teve um breve romance com Charlie e está determinada a estar presente na vida dele custe o que custar.

Apesar desse estranho relacionamento, Charlie e Alan descobrem que ambos tem uma coisa em comum: eles amam Jake e querem o melhor para ele. Os irmãos concordam em criar um lar adequado para Jake na casa de Charlie, e juntos esses dois homens e meio encaram os desafios de (em alguns casos, finalmente) se tornarem adultos.

O ator John Cryer disse "Essa série mostra de maneira verdadeira a hostilidade familiar, costurada no formato de uma comédia. Eu acho que é nessa categoria que nós nos encaixamos".

Exibida por anos pela Warner Channel e SBT a série fez um enorme sucesso nas madrugadas, tanto que chegou a ser exibido em horário nobre. Acho que a série decaiu muito depois da saída do Charlie Sheen. Mas enfim, vale a pena acompanhar as primeiras temporadas e se divertir com esses dois homens e meio.

8. Mr. Bean

Lançado em 1990, “Mr. Bean” traz o personagem título em situações cotidianas que ele sempre transforma em divertidas confusões. Mesmo com tantas trapalhadas, a persistência é sua marca registrada e é através dela que Mr. Bean (interpretado por Rowan Atkinson) encontra uma solução engenhosa para cada obstáculo.

Mr. Bean

O seriado ficou no ar na TV britânica até 1995 e, durante os cinco anos de exibição, chegou a alcançar quase 19 milhões de espectadores. O sucesso rendeu prêmios internacionais importantes à atração, como o “Rosa de Ouro”, prêmio suíço entregue anualmente desde 1961 para consagrar os melhores programas da televisão do mundo. O seriado ainda deu origem a dois filmes e a uma versão em desenho animado.

Bastante divertido, vale a pena assistir e rir com as situações que Mr. Bean vive. Que apesar de não falar nada, suas reações e movimentos são hilariantes.

9. Três É Demais
(Full House)

Danny está viúvo e precisa de toda a ajuda que puder encontrar para criar suas três filhas pequenas: D.J., Stephanie e Michelle. Para isso, ele conta com o apoio de seu melhor amigo, Joey, e de seu cunhado Jesse. Assim começa uma das séries de comédia mais bem sucedidas da televisão, a qual lançou no mapa de Hollywood muitos atores que dela participaram. A partir da segunda temporada, conhecemos Rebecca, que se torna uma personagem regular na série e, mais tarde, casa-se com Jesse. Os filhos gêmeos do casal, Nicky e Alex, também aumentam o tamanho da família alguns anos depois. Outros personagens que se destacaram ao longo das oito temporadas de Três é Demais foram Kimmy e Steve, respectivamente a melhor amiga e o namorado de D.J. Três é Demais teve episódios inéditos exibidos na televisão americana entre 1987 e 1995. No Brasil, a série passou na Warner Channel e nas emissoras de televisão aberta Globo e SBT.

Três É Demais

Com certeza é uma das minhas séries favoritas. O sucesso da série foi tanto que motivou a Netflix a produzir o revival chamado Fuller House, dessa vez D.J. sendo a mãe solteira da história. Com certeza vale a pena ver as duas séries.


10. Big Bang: A Teoria
(The Big Bang Theory)

A série gira em torno de um grupo de amigos que vivem em Pasadena, Califórnia. A turma é formada por Leonard Hofstadter (interpretado por Johnny Galecki) e Sheldon Cooper (interpretado por Jim Parsons), dois brilhantes físicos que inicialmente dividem um apartamento; Penny (interpretado por Kaley Cuoco), uma garçonete e aspirante a atriz que mora do outro lado do corredor; e os amigos e colegas de trabalho de Leonard e Sheldon, igualmente geeks e socialmente desajeitados, o engenheiro aeroespacial Howard Wolowitz (interpretado por Simon Helberg) e o astrofísico Raj Koothrappali (interpretado por Kunal Nayyar).

The Big Bang Theory

Ao longo da história da série, outros personagens foram adicionados ao grupo, incluindo Stuart Bloom (interpretado por Kevin Sussman), dono de uma loja de quadrinhos frequentada pelos amigos; Bernadette Rostenkowski (interpretada por Melissa Rauch), colega de Penny que desenvolve uma relação com Howard; e Amy Farrah Fowler (interpretada por Mayim Bialik), que se envolve com Sheldon.

The Big Bang Theory foi indicada ao Emmy de Melhor Comédia de 2011 a 2014 e rendeu ao ator Jim Parsons quatro prêmios Emmy de Melhor Ator em Série de Comédia, além de um troféu Globo de Ouro (em 2011) pela sua interpretação como Sheldon Cooper.

Em 2017, The Big Bang Theory gerou um spin-off, a série Young Sheldon, contando a infância do icônico personagem em sua cidade natal no Texas.

Ao final de sua 12ª temporada, The Big Bang Theory teve 279 episódios produzidos, fazendo do programa a sitcom em formato multicâmera mais duradoura da história da TV norte-americana.

11. As Visões da Raven
(That's So Raven)

Raven Baxter (interpretada por Raven-Symoné) poderia ser uma típica adolescente, não fosse pela excepcional inteligência e a estranha capacidade de prever o que vai acontecer nos próximos cinco segundos. Esse dom peculiar causa mais problemas na vida de Raven do que poderíamos imaginar. O inconveniente é que as visões que ela tem sobre o futuro próximo não vêm com todos os detalhes, e sua imaginação acaba preenchendo os esses pequenos buracos negros em suas premonições, causando, na maioria das vezes, conseqüências inacreditáveis. Só sua família e amigos sabem desse dom. Eddie e Chelsea são seus melhores amigos e eles acompanham Raven nas suas aventuras mais cômicas e inesperadas.

As Visões da Raven


A série foi reprisada por anos pelo SBT e também no Disney Channel. Talvez é uma das poucas séries de comédia do Disney Channel que realmente fazia rir. Também ganhou um revival chamado ''Raven's Home'', mas nem de longe chega perto da original. Enfim, vale a pena incluir a série nessa lista, pois tem episódios bem legais.

12. Alf, o ETeimoso
(Alf)

O planeta Melmac explodiu em 28 de outubro de 1986, devido às armas nucleares, momento em que Gordon Schumway (voz de Paul Fusco) consegue escapar desse desastre e se perde no espaço, colidindo com a garagem da família Tanner, no planeta Terra.

Willy Tanner (Max Wright) acaba apelidando o alienígena de ALF (Alien Life Form, ou Forma de Vida Alienígena), que representa um ser extra-terrestre, mais ou menos como a sigla ET. A partir de então, ALF passa a viver escondido com a família Tanner.

ALF, O ETeimoso

ALF tem o corpo coberto por pelos, um rosto cheio de curvas lunares faciais, oito estômagos e gosta de comer gatos. Foi a escola preparatória por 122 anos e chegou a capitão da equipe de “Bouillabaisseball”, esporte que se joga usando moluscos como bolas. Sua frase preferido é “não tem problema”.

A série estreou nos Estados Unidos em 22 de setembro de 1986, chegando ao Brasil na mesma década, através da Rede Globo, com o nome “Alf, O ETeimoso”. Mais tarde, fez parte da grade de programação de canais abertos como SBT, Band e Rede 21. Na TV paga já esteve na Warner Channel e no Nickelodeon. Foi cancelada em 1990, com 4 temporadas e 103 episódios produzidos.

Atualmente a série estava sendo reprisada pelo canal TCM e eu cheguei acompanhar uns episódios por lá. Alf é um clássico e merece fechar essa lista com chave de ouro.

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E aí? O que acharam dessa lista? Lembrando que ela é totalmente pessoal o que faz com que várias séries tão boas quanto as listadas, fiquem de fora. Mas, e então? Qual a série que te faz rir? Que história da sua vida parece ter sido tirada de uma sitcom?

4 comentários:

  1. O Alf é inesquecível!!!
    Vamos comer o gato :)))
    Aquele abraço

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  2. Bem interessantes e nostálgicas as séries que você citou.

    www.paginasempreto.blogspot.com.br

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  3. Post fabuloso. Concordo com todas as séries colocadas nessa lista. Foi ótimo rever algumas séries nesse post.
    Bom fim de semana!

    Jovem Jornalista
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    Até mais, Emerson Garcia

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  4. As visões de Raven fez a minha infância! Adorava ver isso :)

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