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sexta-feira, 24 de maio de 2019

Filme #99 – O Último Bravo (Apache, 1954)

Em 1886, depois que o índio Gerônimo, líder dos apaches, se entregou aos soldados americanos, seu fiel e corajoso combatente Massai decide lutar pela honra de sua tribo. Sozinho, o guerreiro busca de qualquer jeito a derrota dos inimigos, mesmo que custe a sua vida. Bom, assiste o filme ''O Último Bravo'' há anos, por causa do meu pai. Desde então tinha esquecido o nome, só lembrava que era algo com Apache, então revi o clássico pra fazer a resenha aqui no blog.

Esta é a história de Massai, o último guerreiro Apache. Foi contada e recontada até se tornar uma das grandes lendas do Sudoeste. Começou em 1886 com a rendição de Jerônimo.

O Último Bravo

Baseado no livro Bronco Apache de Paul Wellman, com direção de Robert Aldrich e lançado em 1954. O Último Bravo é um bom filme, principalmente para os fãs de faroeste. O filme narra a história do último guerreiro Apache, quando o índio Gerônimo (interpretado por Monte Blue) é ameaçado e coagido a se entregar para as autoridades americanas, seu fiel combatente Massai (interpretado por Burt Lancaster) decide iniciar uma grande luta em nome da honra de sua tribo. Percebendo que não terá aliados na resistência, ele se compromete a conquistar a vitória, por mais que isso custe a sua vida. Ele luta contra a implacável cavalaria americana, se esforçando para permanecer um passo à frente dos soldados altamente treinados que juram prendê-lo. Massai sabe que precisa continuar sua luta, não somente pela própria vida, mas também pelo orgulho de toda sua raça.

É um ótimo filme do gênero western com temática indígena, além de transmitir uma ótima mensagem: ter esperança. É um drama sobre a sobrevivência de uma cultura. A obra ainda consegue se destacar também pela ótima atuação de Burt Lancaster, que transmite por seus olhares o medo e a desesperança de um ser humano que está diante do fim de seu povo. Uma obra que provoca reflexão sobre o tratamento que os nativos recebem (servindo inclusive para questionarmos a situação no Brasil) e que ainda funciona como um western mais dramático e distante do “bang bang” habitual daquela época. Recomendo!
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