Falando Sobre Filme – #42: Prince of Persia: The Sands of Times (2010) - O Planeta Alternativo: Um pouco disso, um pouco daquilo – e muita música!

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Falando Sobre Filme – #42: Prince of Persia: The Sands of Times (2010)

Filmes baseados em games clássicos nem sempre conseguem se sair bem. Há grandes fracassos nessa linha. Muitas obras que são esperadas, mas que acabam não correspondendo as expectativas do público. Indo em direção oposta a isso, hoje escrevo sobre Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo (no original, Prince of Persia: The Sands of Times), lançado pela Disney em 2010 e baseado no jogo eletrônico homônimo. Que é um exemplo de filme baseado em um game que realmente deu certo. 

Jake Gyllenhaal é o Príncipe Dastan, um rapaz adotado pelo Rei da Pérsia ainda menino, ciente de que nunca subiria ao trono, porque os legítimos herdeiros assim o fariam. O cenário é a antiga Pérsia (hoje denominada Irã) e suas fronteiras conquistadas pelos exércitos do irmão Tis. A mística história se concentra numa adaga poderosa protegida por uma princesa, que pode mudar os rumos do tempo e dominar o mundo.

Prince of Persia: The Sands of Times

Os segredos são facilmente desvendados, não há esforço para que mistérios sejam guardados para o fim do filme. Durante as 2 horas de exibição, o que nos prende são as cenas de ação, muito típicas do game. Dastan pulando de prédios, escalando muros, lutando contra soldados Persas. Até o cavaleiro negro que no game (primeira versão) é o ultimo a lutar com o Príncipe aparece muito bem representado, com uma aura satânica que nos faz torcer mais ainda por Dastan. É uma história de amor clássica como a Disney gosta produzir. O Príncipe da Pérsia nos remete para lugares inimagináveis em nossa era moderna e isso conta pontos para o filme. 

Jake Gyllenhaal, o eterno Jimmy Bolha, surge musculoso, cheio de sorrisinhos maliciosos em uma inacreditável edição computadorizada de imagens. O filme não apela tanto para mirabolantes efeitos especiais e os deixa para as partes principais da história, que dão aos espectadores a sensação de estar dentro da tela. Não há efeitos em 3D, mas o som trepidante nos faz tremer nos momentos mais intensos de ação.

Vários atores famosinhos foram cotados para o papel do príncipe Dastan, mas Jake levou a melhor e não deixou a desejar. O filme se baseia nele, nas suas traquinagens, na sua força vital e moral. Um grande exemplo de que o amor sincero vence inimigos.

Enfim, Principe da Pérsia: As Areias do Tempo, é mais que um filme. É diversão e encantamento, com atores e atrizes muito bem escolhidos, além de uma cenografia muito linda, de cidades, desertos e todo misticismo que cercava o povo da época. É pra ver e rever. Vale a pena.

3 comentários:

  1. O layout ficou com haha
    Acho esse filme ruim tão ruim, que nem sei mais o que dizer ...

    https://clebereldridge.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  2. Não vi, passou-me ao lado.
    Aquele abraço, bfds

    ResponderExcluir
  3. Gostei muito da sua resenha. Já assisti o filme e adorei.
    Boa semana!

    Jovem Jornalista
    Fanpage
    Instagram

    Estamos em Hiatus de Inverno, mas tem post novo no JJ. Retornaremos dia 09 de agosto, mas não deixaremos de acompanhar seu blog.

    Até mais, Emerson Garcia

    ResponderExcluir