5 Telenovelas Estrangeiras Que Acompanhei - O Planeta Alternativo: Um pouco disso, um pouco daquilo – e muita música!

terça-feira, 7 de agosto de 2018

5 Telenovelas Estrangeiras Que Acompanhei

A lista a seguir contém alta dosagem de guilty pleasure. Acho que será a primeira vez que vou escrever sobre telenovelas aqui no blog. Pra tudo se tem a primeira vez, não é mesmo? Fiz uma lista de 5 produções de outros países que foram exibidas aqui no Brasil e eu acompanhei ainda infância.

Numa época de inocência onde a única preocupação era os estudos, eu passava horas e horas acompanhando a TV e me envolvendo com todos esses personagens. Não entendia muita coisa do que se passava, porém estava lá firme e forte acompanhando. Todas essas produções são de origem mexicanas, exceto uma. E por aqui a emissora de Silvio Santos foi a responsável por trazer todas essas tramas. Essas novelas são conhecidas por seus dramas, suas personagens femininas que sofrem bastante para chegar a felicidade no fim de toda a história. As novelas mexicanas antigas (dessa lista) não pesam a mão para a violência, conteúdo sexual ou coisa mais pesada, por isso a grande maioria do público pode acompanhar sem problema.

5 Telenovelas Estrangeiras Que Acompanhei

Bem, numa época que eu não tinha muito senso crítico do que acompanhar, eu assistia essas produções que ainda me conquistam pelo sentimento nostálgico.

5. Betty, a Feia (Yo Soy Betty, La Fea) – Colômbia, 2001

Protagonizada por Ana María Orozco e Jorge Enrique Abello, conta a história de Beatriz, mais conhecida como Betty, uma jovem que não consegue se manter fixa em um emprego por conta de sua má aparência. Ao conseguir um emprego como secretária de Armando Mendonza na Ecomoda, ela acaba se encantando pelo chefe, e se aproveitando disso, Armando começa a seduzir a moça, com o intuito de fazê-la acobertar suas intermináveis burradas, mas o que ele não imaginava, é que iria se apaixonar de verdade pela moça. Mas para ficarem juntos, Betty e Armando terão que enfrentar obstáculos como Marcela, a noiva do rapaz e Patrícia, melhor amiga de Marcela e sua espiã, que pratica diversas provocações contra Betty.


Comecei a acompanhar Betty, a feia muito por causa da minha mãe que gostava, na época eu devia ter uns 7 anos de idade. A trama era bem leve, bem humorada, era ótimo. Foi a partir daí que assisti também a versão norte-americana, Ugly Betty em 2008.

Não posso esquecer de dizer que foi considerada pelo Guinness World Records como a telenovela mais bem sucedida da história, por ser transmitida em mais de 100 países, e ser dublada em mais de 15 idiomas e 22 adaptações.

4. Primeiro amor... a mil por hora (Primer amor) – México, 2000

Uma trama jovem, mistura de festa dos quinze anos (ou quinceañera como chamam na cultura latina) e Velozes e Furiosos. Giovana Luna (interpretada por Anahí) vive conflitos típicos de uma adolescente. Apaixonada por Leon Baldomero (interpretado por Kuno Becker), ela enfrenta vários obstáculos para ficar ao lado de seu grande amor. Giovana Luna vive conflitos típicos de uma adolescente. Apaixonada por Leon Baldomero, ela enfrenta vários obstáculos para ficar ao lado de seu grande amor. As dificuldades para a união dos dois começam com a mãe de Giovana, Catarina (interpretada por Leticia Perdigon), que considera Leon um pobretão. Ela sonha dar uma festa de 15 anos à filha muito além de sua condição financeira.

A melhor amiga de Giovana, Marina Camargo (interpretada por Ana Laevska) , uma adolescente de classe alta, filha da famosa atriz Pilar Camargo (Mariagna Prats), é a companheira da protagonista nos momentos difíceis. Marina tem uma relação complicada com o pai, Antonio Silveira (Sebastian Ligarde). Homem de negócios, ele, com sua atitude hipócrita, causa problemas nervosos na filha, colocando a vida dela em perigo. Rafael (Valentino Lanús), um educado e bonito rapaz se apaixona por Marina, mas ela o despreza. O jovem pedirá conselhos a Giovana, o que causará problemas entre elas, pondo à prova uma amizade de vários anos.



Era inicio de 2003 e eu estava lá assistindo a noite essa novelinha esperando alguém chegar em casa para colocar meu jantar, rsrs. Bons tempos. Sobre a trama, eu curti muito o casal protagonista. Bem, não lembro muita coisa, pois acho que nunca se quer foi reprisada. Mas era bem legal até, naquela época.


3. No Limite da Paixão (Entre el amor y el odio) – México, 2002

Protagonizada por Susana González e César Évora. Um beijo... E uma bofetada marcam o início de uma relação profunda e conflituosa entre Otávio e Ana Cristina. Otávio, um homem rude e viril, que viveu muitos anos afastado da família volta à cidade natal para acompanhar os funerais de seu tio Fernando. Otávio guarda muitos ressentimentos contra seu tio, quem ele acredita ter sido o responsável pela ruína e morte de seu pai  e pelo fim de seu relacionamento com Frida. Mas, apesar de tantas mágoas, Otávio chora a morte do tio, já que um dia  foi como um pai para ele. No Limite da Paixão está entre amor e o ódio. Uma linha tênue e cruzá-la significa perdoar e dar vida ao coração.



Acompanhava junto com a minha mãe. A trama era bem envolvente e eu curtia muito. Uma das coisas que me surpreendia muito era a vilã da trama, pois ela era capaz de tudo. Talvez por causa disso marcou também. Recentemente teve uma reprise, mas não vi. Tempos são outros.

2. A Madrasta (La Madrasta) – México, 2004

Protagonizada por Victoria Ruffo e César Évora, conta a história de Maria, uma mulher condenada a 20 anos de prisão pelo o assassinato de Patrícia, sua amiga, crime este o qual não cometeu. Ao sair da prisão, Maria tem duas determinações: Vingar-se de todos os suspeitos pela morte de Patrícia e recuperar o amor de seus dois filhos, Heitor e Estrela, quem pensam que sua mãe está morta. No meio de tudo isso, Maria acaba voltando a amar nos braços de Estevão, seu ex-marido, e ao mesmo tempo, um dos suspeitos pela crime o qual levou Maria a ser presa.




Toda essa trama com vingança já é um prato cheio para quem curte o gênero (eu, apesar de que na época não pensava bem assim). Bom, era bem envolvente toda a trajetória da protagonista para se vingar de todos que a colocaram na cadeia. Tinha seus velhos clichês, assim como qualquer outra produção mexicana. Mas foi uma novela que rendeu muita audiência considerando o horário no qual era exibida, em plena tarde. Mas uma pra lista que acompanhei junto com minha mãe.

1. A Usurpadora (La Usurpadora) – México, 1998

E em primeiro lugar, um clássico! Isso mesmo, A Usurpadora. Talvez tenha sido a primeira telenovela estrangeira que acompanhei na vida (pelo que lembro). Protagonizada por Gabriela Spanic e Fernando Colunga. Duas mulheres idênticas em aparência, mas infinitamente distintas em sentimentos e personalidade, se encontram casualmente. Elas irão sofrer amargamente em consequência de um terrível engano. Paola é uma mulher egoísta e que está aborrecida com sua vida de mãe e esposa. Ela está casada com Carlos Daniel Bracho, um empresário amável e muito rico, com quem tem dois filhos. Já Paulina é fisicamente idêntica a Paola, mas a semelhança termina aí. Paulina é uma jovem solitária de bons sentimentos e grande generosidade. A maldosa Paola, ao conhecer Paulina, se surpreende com a enorme semelhança e rapidamente começa a tramar um plano para que Paulina assuma sua identidade dentro da família Bracho. Assim, Paola poderia viajar com seu amante. Paola faz chantagem com Paulina para que ela aceite participar desta farsa. E desta forma Paulina se vê forçada a tomar o lugar de Paola. Com a determinação de ajudar da maneira que for possível, Paulina assume o lugar de Paola e começa a mostrar aos Bracho sua amabilidade e carinho, transformando a vida de todos os membros da família. Carlos Daniel começa a sentir renovado o amor pela sua esposa, a impostora. E, justamente quando Paulina sente que encontrou a felicidade, Paola volta para reivindicar seu verdadeiro lugar dentro da família Bracho. Assim começa a batalha destas duas mulheres para conservar, a todo custo, aquilo que significa tanto para elas.


Na época que acompanhávamos A Usurpadora, eu morava em Goiânia, Goiás. E foi um marco acompanhar a trama, apesar de hoje ter um pouco se desgastado devido a tantas reprises que teve. Seja como for, atingiu o status de cult. Ela conseguiu reunir uma enorme quantidade de fãs que ainda veneram a história e, principalmente, as personagens principais.

A maior prova disso é que ainda hoje a novela é lembrada e é fonte de inúmeros memes que circulam pela internet, que também ajudam a perpetuar o legado e sucesso da produção.

Bem tiveram outras produções, mas limitei apenas essas a lista. E você, tem alguma telenovela que já acompanhou nessa vida? Deixe aí nos comentários. Todos temos nossas listas de guilty pleasure, não é mesmo? Compartilhe a sua. Fico por aqui, até a próxima. 

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