Falando Sobre Filme: Crossroads (2002)

Oi pessoal! Mais um Falando sobre Filme, escolhi ''Crossroads'', lançado em 2002. Como sou colecionador de filmes, adquiri ano passado um combo de filmes em DVD pela internet, entre eles o filme Crossroads, que assisti muito na infância devido as inúmeras reprises da Globo. Bom, dessa vez revi o filme com um olhar mais crítico para poder criar o post. Então, vambora!

Se você tem mais de 20 anos ou talvez seja fã de Britney Spears deve saber que ela teve uma rápida passagem pela sétima arte no começo dos anos 2000. Foi em ''Crossroads: Amigas Para Sempre'' um simples filme, mas que acabou virando um clássico da Sessão da Tarde depois de tanta reprise. O que dizer de desse filme? O mais alto grau do clichê no cinema hollywoodiano! Mas quem se importa com clichês quando se é mais novo? Na verdade, o mundo adolescente é todo feito disso.

Britney Spears em ''Crossroads''

Partindo para o filme, é sobre três amigas que fazem um pacto quando crianças, elas unem objetos que simbolizam os seus sonhos de cada uma delas em uma caixa e a enterram, para que seja desenterrada por elas após a formatura do colégio. Porém, o tempo passa e cada uma segue seu rumo.

Tomando caminhos diferentes, Kit (interpretada por Zoe Saldana) se torna a garota popular do colégio e está noiva. Mimi (interpretada por Taryn Manning) vira “a estranha”, a garota afastada dos demais, com má fama no colégio e grávida. Por fim, temos Lucy (interpretada por Britney Spears) a nerd virginal, abandonada pela mãe e reprimida pelo pai controlador que não permite que ela estude música, e deseja que ela vá para faculdade para se torne uma doutora – ou algo melhor que o sonho da garota.

Crossroads

Durante o baile de formatura, as amigas e rivais se reencontram, e ao desenterrar a caixa com os objetos mais preciosos de infância, lembram do passado e dos antigos sonhos. Desta forma, sem mais nem menos, resolvem sair em viagem a bordo do carro de Ben (interpretado por Anson Mount), o rapaz que supostamente saiu da cadeia, dando um ar de perigo para as garotas. Bem nonsense, mas bora seguindo.

“Crossroads” é uma união de muitos clichês que estamos cansados de ver em outras produções do gênero, e hoje, revendo o filme, noto o quanto a atuação de Britney é ruim, assim como o roteiro (de Shonda Rhimes, a mesma criadora da série Grey's Anatomy), sendo apenas um amontoado de informações repetidas de todas as outras obras que faz a mesma linha. Mas assim como outros filmes ruins, o longa marcou uma geração, talvez valeu a pena rever pelo sentimento nostálgico. 

E não sinto vergonha em dizer que “Crossroads” é um clássico ao seu modo. Talvez se você foi crescendo e assistindo ele incontáveis vezes na TV. Todos temos direito de cultivar o nosso baú da vergonha, não é mesmo? Fãs, não me entendam mal, Britney Spears tem o seu valor, mas muitas cantoras devem ficar limitadas aos palcos, ou tentar muitas vezes até que encontrem o lugar nas telonas.

1 comentários

  1. Gostei da crítica. Fiquei surpreso ao saber que a Shonda fez algo ruim.
    Boa semana!

    Jovem Jornalista
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    Até mais, Emerson Garcia

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