O Que Há de Novo em Séries #4: Fuller House

Ei amigos! Hoje em O Que Há de Novo em Séries de N #4 trouxe a comédia Fuller House, uma série derivada do sucesso de Full House (mais conhecida como Três é Demais aqui no Brasil). 

Minha história com essa turma já é velha, foi na infância quando acompanhava as trapalhadas de três homens de diferentes personalidades que ficavam a cargo de cuidar de três garotinhas em uma casa localizada em São Francisco, Califórnia. Lembro bem do clipe da canção Forever passando nas propagandas de Full House no canal Warner e ver tio Jesse cantar novamente em Fuller House me bateu uma sensação nostálgica em ver Fuller House.

Fuller House

Em Fuller House foca em D.J. Fuller (interpretada por Candace Cameron Bure) trabalha como veterinária em São Francisco, mas acaba de ficar viúva justo no momento em que esperava o seu terceiro filho. É quando Stephanie (interpretada por Jodie Sweetin), uma musicista aspirante, e Kimmy (interpretada por Andrea Barber), junto com sua filha adolescente Ramona (interpretada por Soni Nicole Bringas), se mudam para morar com D.J. e ajudá-la a cuidar de seus três filhos.

Os novos integrantes da história/família são os três filhos de D.J. – o rebelde Jackson (interpretado por Michael Campion), de 13 anos, o neurótico Max (interpretado por Elias Harger), de 7 (que faz parecer uma versão mirim do seu avô, Danny Tanner) e o bebê Tommy (interpretado pelos gêmeos Dashiell & Fox Messitt). Além da filha adolescente de Kimmy, Ramona. Fernando (interpretado por Juan Pablo Di Pace), o ex-marido de Kimmy que completam o elenco fixo. Ainda temos participações especiais dos antigos moradores da casa que uma vez ou outra fazem participações nos episódios.

Aí vocês perguntam, mas cadê a Michelle Tanner (interpretada pelas Gêmeas Olsen)? A ausência dela é explicada logo no pilot da série. Mas com o decorrer dos episódios você já não vai mais sentir a falta dela, devido a novos personagens na história. 

A Netflix trouxe 13 episódios em sua primeira temporada, o que mantêm o clima de anos 90 da série original e aquele humor tradicional dos sitcoms familiares americanos (que estão em falta). Não é a coisa mais engraçada do mundo e creio que a galera que não tem memória afetiva sobre a série original não vai se conectar, mas sem dúvida, assim como eu quem curtia a original vai gostar muito do desenrolar da trama.

O grande barato dessa série é ver que as meninas cresceram e sentir que os roteiristas conseguiram realmente criar um futuro consistente e crível. Você vai torcer pela protagonistas, mergulhar na trama e se apaixonar ainda mais a cada episódio. Candace Cameron está lindissima como a protagonista, assim como Jodie Sweetin.


Fuller House atualmente se tornou uma das minhas favoritas no gênero comédia. Até porque já fazia um tempo que não acompanho mais sitcoms. Sem dúvidas nessa onda de revival, Fuller House foi uma aposta que deu certo. A série caminha agora para sua quarta temporada. 

Everywhere you look, there's a heart, a hand to hold onto...

1 comentários

  1. Você disse tudo na resenha. Não é a coisa mais engraçada. Eu por exemplo tinha horas que queria desligar a TV assistindo. E esse negócio de referência é verdade também.
    Bom final de semana!

    Jovem Jornalista
    Fanpage
    Instagram

    Até mais, Emerson Garcia

    ResponderExcluir

Siga no Instagram