O Que Há de Novo em Séries #3: Riverdale - O Planeta Alternativo: Um pouco disso, um pouco daquilo – e muita música!

quinta-feira, 22 de março de 2018

O Que Há de Novo em Séries #3: Riverdale

Ei amigos! Hoje em O Que Há de Novo em Séries de N #3 trouxe uma das minhas queridinhas atualmente que é Riverdale. Comecei a acompanhar a série no ano passado pelo canal Warner e desde então estou vendo e gostando bastante. Já falei dela aqui no blog, mas hoje a galera de Riverdale ganha um post só deles.
Nossa história é sobre uma cidade, uma pequena cidade e todas as pessoas que vivem nela. De longe, é como todas as outras cidades ao redor do mundo. Segura, decente, inocente. Porém, chegue mais perto e começará a ver o que está escondido nas sombras. O nome da nossa cidade é Riverdale.

Riverdale

A série é uma adaptação dos quadrinhos “A turma do Archie”, lançados nos anos 60 e que fizeram grande sucesso com o público. Apesar da inspiração na obra original, a série da rede The CW aposta em uma ousadia maior para seus personagens. Temos personagens abertamente gays, vemos o bullying de maneira escrachada, problemas de relações parentais abusivas – tudo em apenas 44 minutos de episódio. Chama atenção também a ambientação, que nos remete muito uma atmosfera dos anos noventa, mas com personagens contemporâneos e cheios de referências da cultura pop (cara, é de pirar o tanto de referência logo no piloto da série).

Como já vimos em muitas tramas do gênero, a cidade age quase como um personagem, tornando os seus mistérios pontos de ligação entre personagens e ganchos para chamar atenção do público. E logo no piloto não esconde isso em nenhum momento, ambientando o espectador a um lugar que aparenta segurança, mas que esconde a verdade sobre as personalidades de cada um. O núcleo principal adolescente gira em torno de Archie Andrews (interpretado por K.J. Apa), um garoto do segundo ano do ensino médio que começa a colocar suas escolhas em cheque depois de um verão bastante controverso.

Junto do ruivo, conhecemos Betty Cooper (interpretada por Lili Reinhart), a garota perfeita, e Veronica (interpretada por Camila Mendes), a forasteira que chega a cidade com uma história turbulenta do passado, formando o triângulo que deve dar a liga para alguns dos desdobramentos da trama. Temos também Junghead (interpretada por Cole Sprouse) que é de essencial importância para as tramas da série. Enfim, o elenco é quase todo desconhecido do grande público, o que se mostrou um grande acerto, porque cada escalação parece perfeita para o personagem.

Com o passar do episódio, você consegue ver todos os elementos de uma série teen por ali: a garota cruel da escola que se esconde por trás de uma armadura de crueldade, os garotos populares do futebol, o nerd isolado que parece esconder alguns mistérios, o triângulo amoroso, o passado pouco relevado dos pais dos garotos – adicionados ao mistério que circunda o piloto (o que aconteceu com o garoto Jason Blossom? – não se preocupe, essa é a primeira cena do episódio). Está tudo ali, como uma grande homenagem às obras do gênero, mas com uma pitada de frescor, de novidade. 

Então, Riverdale faz o tempo passar rápido durante seus episódios e você logo está no colo do carisma dos personagens (e isso é de extrema importância para uma série, ao meu ver). Existe um longo caminho a ser percorrido, mas que o primeiro episódio foi bom, disso não há dúvidas.

Enfim, ainda é uma série da rede The CW. Então não espere um drama profundo e psicológico, porque não é o que você vai encontrar por aqui. A atração chega como uma opção para quem quer um entretenimento leve e só (o que faz meu gênero).

Para quem gosta de tramas adolescentes, Riverdale é a aposta da temporada sem medo algum. 


Eu acompanho a série toda quarta às 21h40 na Warner Channel Brasil, atualmente na exibição de sua segunda temporada (que é bem melhor que a primeira). A série também entrou atualmente no catálogo da Netflix, mas apenas a 1a temporada. 

Então é isso. Fico por aqui. Até a próxima!

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