O Planeta Alternativo: Um pouco disso, um pouco daquilo – e muita música!

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Na Minha Playlist #186: Jars Of Clay - Liquid

10/17/2018 10:30:00 AM 0
Na Minha Playlist #186: Jars Of Clay - Liquid
Bom dia! É quarta-feira. Como está a semana de vocês? #NaMinhaPlaylist trouxe mais uma vez o som da banda Jars of Clay, uma das minhas favoritas. 

NA MINHA PLAYLIST DE #186 É: ''LIQUID'' DO JARS OF CLAY

Jars of Clay

Jars of Clay
é uma das minhas bandas favoritos no estilo rock cristã. Foi formada em Greenville, Illinois, Estados Unidos. Nas músicas da banda pode-se perceber uma mistura de gêneros musicais, como: folk, rock, música eletrônica, música erudita e pop, bem como pela maneira de transmitir a Fé Cristã, por via de ricas e poéticas letras.

Seus membros são Dan Haseltine (voz, percussão), Charlie Lowell (piano, órgão, acordeon, segunda voz), Stephen Mason (guitarra, voz, bandolim e segunda voz) e Matthew Odmark (violão, banjo e segunda voz). 

O nome da banda significa "Vasos de barro ou Jarros de Argila" e é uma referência ao texto bíblico de 2 Coríntios 4:7.

Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus e não de nós.

Eles já tem 11 álbuns de estúdio gravados. É muita música boa e que tem o intuito de levar a palavra de Deus.

A canção ''Liquid'' faz parte do primeiro álbum da banda. Foi o segundo single de rádio de Jars of Clay de seu álbum de estréia auto-intitulado. A música foi escrita enquanto os membros da banda eram estudantes do Greenville College . A primeira gravação da música aparece no álbum de demonstração da banda, Frail . A canção foi gravada novamente em 1995 para o álbum de estréia auto-intitulado. Foi gravado pela primeira vez com o trabalho de produção da banda, então foi gravado novamente quando Adrian Belew foi trazido para produzir duas das faixas do álbum. Uma versão acústica de "Liquid" aparece no álbum duplo da banda em 2003, Further: From the Studio, From the Stage.

Ouça!


Aumenta o som. Até a próxima!

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Music Box #39: The Pretenders - Human

10/15/2018 05:44:00 PM 2
Music Box #39: The Pretenders - Human
Finalzinho de tarde e ouvindo um bom som! Trouxe ''Human'' dos The Pretenders no #MusicBox. Vamos lá!

The Pretenders é uma banda de rock anglo-americana formada em Hereford, Inglaterra. A banda original é formada pela vocalista e guitarrista Chrissie Hynde, o guitarrista James Honeyman-Scott, o baixista Pete Farndon, e Martin Chambers.

A banda se formou na Inglaterra no final da década de 70, pela vocalista Chrissie Hynde, uma norte-americana que já havia participado dos grupos: Jack Rabbit, nos Estados Unidos e Gallie, na França. Os outros integrantes eram Pete Farndon (baixo) , James Honeyman-Scott (vocais, teclados, guitarra) e Martin Chambers (bateria). Alguns membros acabaram saindo da banda ao longo dos anos.

Capa do álbum Viva el Amor

A canção ''Human'' faz parte do álbum Viva el Amor lançado em 1999 pela banda. É uma reiterpretação da canção Human On The Inside dos Divinyls.

O cover do Pretenders fez algumas alterações positivas com relação a versão original. Além de modificar o título original, que passou a se chamar simplesmente Human, a melodia e o arranjo empregados pelo Pretenders foram simplificados, retirando as rebarbas e aparando as arestas musicais. Comparado o cover com a versão do Divinyls, Chrissie Hynde e companhia conseguiram dar outra cara a canção, deixando-a muito mais palatável e radiofônica. Essa transformação permitiu que os Pretenders chegassem com o cover de Human ao 30º lugar nos EUA e ao 17º lugar das paradas de sucesso neozelandesas.

Apareceu na trilha sonora do filme "Saving Grace", de 2000. Ele também tocou na temporada da série Charmed no episódio "Love Hurts" como a música de pós-créditos. Foi a música tema da série de televisão americana Cupid (1998-1999).

Ouça!


Ótima semana a todos!

O Exemplo de Paganini

10/15/2018 09:43:00 AM 2
O Exemplo de Paganini
Era uma vez um grande violonista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho.Outros, que era sobrenatural. As notas mágicas que saiam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo. Numa certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo.

A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro foi ovacionado. Mas quando a figura de Paganini surgiu, triunfante, o público delirou. Paganini coloca seu violino no ombro e o que se assiste a seguir é indescritível. Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias parecem ter asas e voar com o toque daqueles dedos encantados. DE REPENTE, um som estranho interrompe o devaneio da platéia.

Uma das cordas do violino de Paganini arrebenta.

O maestro parou. A orquestra parou. O público parou. Mas Paganini não parou. Olhando para sua partitura, ele continua a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.

O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.

Mal o público se acalmou quando, DE REPENTE, um outro som perturbador derruba a atenção dos assistentes. Uma outra corda do violino de Paganini se rompe.

O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo e Paganini não parou.

Como se nada houvesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou tirando sons do impossível. O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.

Mas o público não poderia imaginar o que iria acontecer a seguir. Todas as pessoas, pasmas, gritaram um OOHHH! Que ecoou pela abobadilha daquele auditório.

Uma terceira corda do violino de Paganini se quebrara. O maestro pára.

A orquestra pára. A respiração do público pára. Mas Paganini não pára.
Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído. Nenhuma nota foi esquecida. O maestro, empolgado, se anima.

A orquestra se motiva. O público parte do silêncio para a euforia, da inércia para o delírio. Paganini atinge a glória.Seu nome corre através do tempo. Ele não é apenas um violinista genial.

É o símbolo do profissional que continua diante do impossível.

Niccolò Paganini

Quando tudo parece ruir, dê uma chance a você mesmo e vá em frente. Pode ser  problema pessoal, conjugal, familiar, qualquer coisa que esteja  afetando a sua auto-estima  ou seu desempenho profissional. Tenha certeza de uma coisa: Nem tudo está perdido. Ainda existe uma corda e é tocando nela que Você exercerá seu talento. Tocando nela é que Você irá vibrar. Aprenda a aceitar que a vida sempre lhe deixará uma última corda. Quando sentir desânimo, nunca desista. Ainda existirá a corda da persistência  inteligente, do "tentar mais uma  vez ", do dar um passo a mais com um enfoque novo. Desperte o Paganini que existe dentro de Você  e  avance para vencer. Vitória é a arte de Você continuar, onde os outros  resolvem parar.


Ótima semana para todos! ;)

sábado, 13 de outubro de 2018

Old Is Cool #24: Morrissey - Suedehead

10/13/2018 10:44:00 AM 2
Old Is Cool #24: Morrissey - Suedehead
Para abrir nosso final de semana aqui no blog, no Old is Cool de #24 trouxe o som de Morrissey com ''Suedehead''.
Para quem não conhece, Morrissey é um cantor e compositor inglês, é o ex-vocalista e letrista da banda The Smiths (que já apareceu aqui no blog), tendo co-composto todas as músicas com o guitarrista Johnny Marr.

O cantor e letrista foi o único com talento e vontade em manter-se vivo e trabalhando depois que o maior grupo inglês dos anos 80 resolveu sair de cena, mantendo uma obra perfeita e intacta.

Morrisey

A canção ''Suedehead'' faz parte do primeiro álbum homônimo de Morrissey, que se tornou um sucesso absoluto em seu lançamento 14 de março de 1988. O cultuado álbum de Morrissey completou três décadas de existência em 2018.

Esta foi a música que Morrissey escolheu como primeiro single, e não poderia ter acertado mais. A faixa tornou-se um grande sucesso e bastam alguns segundos de sua introdução para ser reconhecida. O termo suedehead é dado a uma tendência cultural, assim como o skinhead, que se destacava pela forma polida de se vestir, o uso de lambretas, algo parecido com os antigos mods. No caso, esta referência só pode ser sentida no clip da música, cuja letra fala de um suposto término de envolvimento amoroso, no qual a outra parte insiste em tentar levar a relação adiante.

Em versos como “Por que você me manda bilhetes bobos?”, “Por que você me telefona?”, e “Eu sinto muito”, fica no ar a dúvida se tudo não se trata da penosa separação dos Smiths, tese que é reforçada pela forma de cantar em falsetes típico dos tempos da banda. Significados a parte, a música tornou-se um dos hinos de sua carreira solo, e em seu clip há claras referências a um de seus grandes ídolos: o magistral James Dean.

Ouça.


sexta-feira, 12 de outubro de 2018

12 Séries Exibidas no Disney Channel Brasil que Sinto Falta

10/12/2018 10:37:00 AM 0
12 Séries Exibidas no Disney Channel Brasil que Sinto Falta
Aproveitando o Dia das Crianças e que também nos últimos dias foi anunciado que a Netflix incluiria algumas séries de sucesso originais do Disney Channel. Fui olhar a lista e vi poucas séries realmente atrativas (mesmo sendo da geração que cresceu assistindo ao canal). Daí me bateu a vontade de reunir em uma lista séries que realmente eram boas e mereciam uma reprise e que acabaram sendo esquecidas ao longo dos anos. Acredito eu que a maioria dessas séries não são originais do canal, isso acaba dificultando ainda mais a reprodução delas atualmente. Então, são séries juvenis que foram ao ar nos primórdios do Disney Channel Brasil e que realmente fazem falta. Talvez ninguém lembre, mas quero deixar aqui registrado.

12 Séries Exibidas no Disney Channel Brasil que Sinto Falta

1. Lizzie McGuire (Lizzie McGuire)

Quero começar com uma produção original do canal, Lizzie McGuire. Interpretada por Hilary Duff (ela era meio que uma Larissa Manoela daquela época, tudo que fazia as crianças gostavam). Com um enredo para conquistar o publico adolescente, conhecemos Lizzie, Gordo e Miranda, três amigos que vivem o cotidiano na escola. Não é difícil identificar o seriado com sua vida pessoal, graças aos temas abordados e como Lizzie os enfrenta no dia-a-dia. A série foi produzida em 2001 e foi ao ar até 2004. Uns dos grandes diferenciam dessa série é a Lizzie ter uma versão animada em SD (super deformada) que faz o papel da mente da personagem, dizendo na tela o que realmente pensando. Talvez seja uma das mais conhecidas séries dessa lista, pois foi ao ar também no SBT e teve um filme que uma vez ou outra aparece na Sessão da Tarde


2. Phil do Futuro (Phil of the Future)

Mais uma série original do canal. Combinando efeitos especiais com diálogos que descrevem as situações do cotidiano de uma família do futuro que fica presa no presente quando a sua máquina do tempo estraga. Isso era a série Phil do Futuro.


A vida da família Diffy muda quando, durante uma viagem ao passado, surge um imprevisto: a máquina que os transporta se decompõe e eles ficam presos no nosso presente. O que começou apenas como uma interrupção das férias irá se transformar em uma estadia sem fim no ano de 2004. Enquanto tentam retornar ao futuro, deverão manter sua identidade em segredo, fingir que são uma família normal e tentar se adaptar a um mundo completamente distinto. Estrelando Ricky Ullman como Phil.

3. O Jeito da Caitlin (Caitlin's Way)

Agora uma que curtia muito: O Jeito da Caitlin. A passagem de Caitlin Seeger (interpretada por Lindsay Felton) pela adolescência será ainda mais complicada. Depois de esgotar os recursos do sistema de adoção juvenil de sua cidade, Caitlin Seeger só tem duas alternativas: ir para uma instituição para menores ou mudar-se para um povoado rural isolado para viver com seu primo Griffen e os pais dele. Caitlin, é uma moça inteligente e sensível de 14 anos mas com aparência e temperamento rebeldes, descobrirá que precisará mudar seus costumes cosmopolitas para se adaptar ao povoado de High River, onde manadas de cavalos selvagens ainda pastam e onde as pessoas gastam seu tempo para conhecer e confiar em recém-chegados.


Já falei da série aqui no blog, em Séries que Ficam na Memória. Interessante mencionar aqui que não é uma produção do Disney Channel, mas sim da sua concorrente, a Nickelodeon. Mas não sei como, foi ao ar no Disney BR, vai saber, né? Enfim, sinto falta da série.

4. Mano a Mana (Even Stevens)

Uma série original do canal. A série mostrava o dia a dia da família Stevens, com destaque para a relação entre os irmãos mais novos, Ren e Louis. Daí o nome da série no Brasil. Estrelando Shia LaBeouf e Christy Carlson Romano.


Com o grande sucesso da série, foi feito o filme "Mano a Mana: O Filme" foi lançado no dia 14 de Junho de 2003, sendo a continuação da série. Infelizmente não e reprisada atualmente.

5. O Mundo é dos Jovens (Boy Meets World)

Uma série não original do canal. O Mundo é dos Jovens foi uma das séries de maior sucesso na TV mundial. A série marcou uma geração. Abordando os valores familiares, a importância da amizade e do respeito aos superiores de forma inteligente e engraçada. Alguns episódios abordavam temas mais sérios, como a importância da denúncia de maus-tratos à crianças, o consumo de bebida alcoólica entre jovens e o abandono de menores.

Boy Meets World

Com um clima escolar, a série girava em torno da vida de Cory Matthews (Ben Savage), junto de seu melhor amigo, Shawn (Rider Strong), e sua namorada Topanga (Danielle Fishel).

6. As Visões da Raven (That's so Raven)

Uma série original do canal e a de maior sucesso também deles e com certeza a mais conhecida dessa lista. Raven Baxter (interpretada por Raven-Symoné) poderia ser uma típica adolescente, se não fosse pela excepcional inteligência e a estranha capacidade de prever o que vai acontecer nos próximos cinco segundos. Esse dom peculiar causa mais problemas na vida de Raven do que poderíamos imaginar. O inconveniente é que as visões que ela tem sobre o futuro próximo não vêm com todos os detalhes, e sua imaginação acaba preenchendo esses pequenos buracos negros em suas premonições, causando, na maioria das vezes, conseqüências inacreditáveis. Só sua família e amigos sabem desse dom. Eddie e Chelsea são seus melhores amigos e eles acompanham Raven nas suas aventuras mais cômicas e inesperadas. 

That's so Raven

O sucesso foi tão grande que ganhou dois spin-off, Cory na Casa Branca e atualmente o Raven's Home, a história das duas como mães (Raven e Chelsea) recém-divorciadas morando juntas na mesma casa com os seus filhos.

7. Família Dinossauros (Dinosaurs) 

Uma série não original do canal. É um verdadeiro clássico! Família Dinossauro foi uma série produzida pela Disney em parceria com a Jim Henson Productions e a Michael Jacobs Productions que mostrava o cotidiano da família Da Silva Sauro, vivendo em uma sociedade dominada pelos grandes répteis, onde o cotidiano era o pretexto para inúmeras críticas e sátiras à sociedade e aos costumes da classe média.


Foi um sucesso mundial. O último episódio chamado de “Mudando a Natureza”, foi censurado em vários países por retratar o início da Era do Gelo e o fim dos dinossauros, sendo considerado cruel e impróprio para o público infantil. Eu assisti e não achei nada demais. Não tirou o encanto da série, apesar do episódio ser realmente triste. Atualmente é a única série da lista que está no ar, com uma reprise no canal Viva.

8. Ninguém Merece (Mortified) 

Mais uma série não original do canal. 'Ninguem Merece' tão antiga quanto as outras, porém já foi tirada do ar faz anos.

Mortified

A história é sobre Taylor Fry que tem uma família não muito tradicional, mas tem amigos que são muito presentes na vida dela. Taylor vive uma vida cheia de dramas comuns entre os adolescentes, primeiro amor, vergonha de seus pais e muito mais. Ela é uma menina muito inteligente, sabe de muitas coisas, mas o que ela são sabe é que seu melhor amigo é apaixonado por ela. Acho que passava lá por 2007, não lembro bem, mas era por aí. Acho que chegou a exibir na TV Cultura também. Não é tão desconhecida assim.

9. Minha Vida com Derek (Life with Derek)

Mais uma série não original do canal. Minha vida com Derek é uma série bem divertida, fala de uma menina (Casey) que morava numa casa com sua mãe e sua irmã mais nova, ela tinha a vida perfeita (na percepção dela). Derek, também tinha tudo que sempre quis, ele morava com seu pai, ser irmão mais novo e a sua irmã (a caçula). Quando os pais dos dois se apaixonam e decidem se casar, tudo muda. Casey e sua irmã são forçadas a mudar de casa e de escola. E é ai que começa a confusão, Casey e Derek vivem em brigas, e pra completar Casey se apaixona pelo melhor amigo de Derek e a melhor amiga de Casey sempre gostou de Derek.



Mesmo esses dois sempre brigando e querendo se dar bem, a série garante muitas risadas. A série saiu do ar há anos. Mas deixou faltas, era uma das poucas séries de comédia do canal que realmente tinha graça.

10. Thurdestone (Thurdestone)

Outra que não é uma série original do canal. Nesta série futurista, filmada em paisagens na Austrália, Noah (Jeffrey Walker) vive numa colônia subterrânea depois que um cometa se chocou contra a Terra, no início do século 21, e destruiu toda a vida sobre o planeta. Acidentalmente, Noah, viaja pelo tempo para o futuro, até o ano 2085. Lá conhece Arushka (Mereoni Vuki), líder de uma turma de meninos chamados Nômades, que combatem o feiticeiro Tao, amo e senhor das minas do poderoso mineral Thunderstone, que chegou a Terra com a explosão do cometa. Noah se transformará de um menino normal em um herói que utiliza sua capacidade de viajar pelo tempo para fazer renascer todas as espécies animais do planeta. 


A produção era australiana assim como algumas outra dessa lista. É uma série assim faz muita falta na grade do canal e que é totalmente desconhecida.

11. O Manifesto de Wayne (The Wayne Manifesto)

O Manifesto de Wayne é uma outra série infantil televisiva australiana e claro, não é original do Disney Channel. Baseada em uma série de livros de David McRobbie, a série conta a vida de Wayne Wilson, um garoto de 12 anos de idade, mostrando o mundo do jeito que ele gostaria que fosse em contraste com o modo como realmente é.

Um menino de 12 anos se muda com sua família para uma casa caindo aos pedaços num subúrbio australiano e vive vendo coisas decide escrever um manifesto para preservar seus direitos. Encontrei um episódio da série, mas em baixa qualidade e em espanhol. Realmente muito rara.


12. Sinistro (So Weird)

''Sinistro'' é uma série que explora o mundo dos fenômenos paranormais - tanto os reportados oficialmente quanto os relacionados a crenças e mitos locais. Fiona Phillips, fascinada por tudo que pareça inexplicável, é uma jovem sagaz de 14 anos de idade, aficionada à tecnologia, computadores e páginas da Internet. Fiona e seu irmão, Jack, viajam pelo país num ônibus acompanhando uma turnê de show de sua mã, Molly, uma conhecida estrela de rock. Mas, não importa para onde vão. Fiona sempre encontra algo estranho. 


Lembro que também assisti pela Fox Kids. Era bem legal, mas fiquei traumatizado com a troca da atriz protagonista no meio da série (rsrs). Também saiu do ar há anos.

Bônus: 13. Austin & Ally

Uma série que me chamou atenção de alguns anos pra cá, foi a comédia Austin & Ally que era até legalzinha em comparação as que estavam no ar. A série segue a parceria entre polos opostos - Austin, um músico/cantor extrovertido, e Ally, uma compositora brilhante, ainda tímida e os seus dois melhores amigos, Trish e Dez.

Austin & Ally
Austin ouve Ally cantando uma música e depois acha que foi ele que compôs, gravam-na, criam um vídeo e a postam na Internet. Após isso, Austin torna-se uma sensação local. Quando Trish convence Ally a dizer ao mundo que ela escreveu a música, Austin pede que ela escreva outro hit para ele. Em vez disso, os dois unem seus talentos para criar uma verdadeira equipe musical.

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Como disse, a lista se limita apenas a séries que foram ao ar no Disney Channel versão brasileira. Beleza? Então, foram ótimas séries e com um roteiro que hoje analisando com um olhar mais crítico, era realmente muito bom para o público a qual se destinava.

O Disney Channel não foi meu canal favorito na infância. Mas eu quem nunca passou algumas horas do dia no sofá de casa maratonando e se divertindo com essas séries e seus personagens? Enfim, há anos não acompanho o canal, até porque já cresci, né? hahaha. Mas faço parte da geração 2000 que cresceu assistindo as orelhas do Mickey no rodapé no cantor esquerdo. Enfim, é isso. Até mais!