O Planeta Alternativo

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Na Minha Playlist #222: Matthew Good - Decades

6/14/2019 10:01:00 AM 0
Na Minha Playlist #222: Matthew Good - Decades
Sexta, dia de labuta e também dia de música. Como vocês estão? Eu tô levando! Mais uma vez no blog Matthew Good, dessa vez ao som de ''Decades'' em #222 na minha playlist.

Matthew Good

Matthew Good
é um músico de rock canadense. Ele foi vocalista da banda Matthew Good Band, uma das mais bem sucedidas bandas de rock alternativo do Canadá na década de 1990, a banda encerrou em 2002.

No gênero rock, a canção ''Decades'' foi lançada em 20 de outubro 2017 no álbum ''Something Like a Storm''. Sendo esse o oitavo álbum solo do Matthew Good. E ''Decades'' foi o primeiro single a ser lançado que também acabou ganhando um videoclipe que conta com a presença do ator mirim Max Jenkins.

Aumenta o som!


Curtiram? Até o próximo #NaMinhaPlaylist

quinta-feira, 13 de junho de 2019

O Que Há de Novo em Séries #23 – The Office

6/13/2019 09:48:00 AM 1
O Que Há de Novo em Séries #23 – The Office
Uma equipe de televisão resolve acompanhar o dia a dia de um escritório da empresa distribuidora de papel Dunder Mifflin e o cotidiano de seus empregados. Essa é a premissa da versão americana de The Office. A série estreou em 2005 adaptada a partir da original britânica criada e dirigida por Rick Gervais. Tudo bem, a série não faz parte do grupo das novatas, mas até então eu nunca tinha assistido. Então, vale a pena incluir ela aqui.

Adepta do formato “mockymentary” – um documentário fictício –, a série é filmada com uma única câmera e sem a característico “claque” (as risadas, aplausos e ovações de fundo) das sitcoms americanas. A presença do cinegrafista é reconhecida por todos os personagens, quebrando a “quarta parede” ao olharem diretamente para a câmera e, consequentemente, para o público. A narrativa intercala cenas do cotidiano dentro do escritório da Dunder Mifflin em Scranton, na Pensilvânia, com entrevistas “confessionais” individuais ou em duplas com os empregados. Tais entrevistas são marcadas por olhares e caras constrangidos, como uma marca registrada da série. Em certos casos, alguns personagens tiram proveito da presença da câmera, e em outros ela invade a privacidade de momentos em que os personagens acreditavam estarem sozinhos.

The Office

Por sete temporadas, o responsável por comandar o escritório é Michael Scott (interpretado por Steve Carell), gerente regional da região de Scranton e o melhor amigo de todos os seus colegas de trabalho; já os empregados em questão não acham o mesmo. Sendo dono de um entusiasmo indestrutível, Michael acredita ser o cara mais engraçado e querido do escritório, sem saber como realmente é visto por seus funcionários. Participa do documentário com entusiasmo, sempre querendo se mostrar sábio perante as câmeras, mas nem todos agem como ele quando o cinegrafista está por perto. A recepcionista Pam Beesly (interpretada por Jenna Fischer), por exemplo, se mostra incomodada ou constrangida sempre que as lentes a focam.

O “pseudo-documentário” aborda a por vezes complicada, divertida, tediosa e banal convivência dos colegas de trabalhos enquanto fazem seu serviço e ainda precisam aturar o chefe em um escritório que poderia ser o seu. Dentre os funcionários estão o premiado vendedor Dwight Schrute (interpretado por Rainn Wilson), assistente do gerente regional, cuja personalidade autoritária e fanática por ficção científica sempre entra em conflito com Jim Halpert (interpretado por John Krasinski), o bem humorado representante de vendas que mantém uma forte amizade com a recepcionista Pam, marcada por uma tensão sexual – ainda que Pam comece a série noiva de Roy, o cara que repõe o estoque do escritório.

Steve Carell, que ganhou um Globo de Ouro em 2006 por seu sem-noção Michael Scott além de seis indicações consecutivas ao prêmio de Melhor Ator em Série de Comédia no Emmy, resolveu não renovar seu contrato após a sétima temporada. Na oitava, James Spader (de Boston Legal) entrou para a série como Robert California, o novo gerente regional da Dunder Mifflin, sendo que a série foi encerrada na 9ª temporada. Recomendo a série!

Minha Memória de Séries #49 – Chaves

6/13/2019 09:17:00 AM 0
Minha Memória de Séries #49 – Chaves
Chaves com sua ingenuidade e uma certa dose de crítica – por vezes meio camuflada -, ganhou um universo de fãs que o idolatram, relembram e acompanham, mesmo que através de reprises intermináveis e eternas. Chaves ganhou espaço aqui no Minha Memória de Séries. Quem nunca imaginou o que Chaves tem dentro do barril? Com certeza você já se pegou falando a famosa frase: “foi sem querer, querendo”! É claro que você já conferiu as aventuras desta turminha na vila.

Mais do que uma série, Chaves é um fenômeno. Exibida no Brasil pelo SBT desde 1984, é uma das principais armas da emissora para ganhar pontos de audiência. E só sendo um fenômeno para permanecer há mais de 30 anos no ar com reprise constante de episódios, piadas que todos já conhecem, mas que não perderam a graça mesmo após esse período. Um humor que não é apelativo e que também não é banal e muito menos infantil.

No México, o seriado Chaves (chamado de El Chavo del Ocho por lá) passou por três fases. Em 1971 e 1972 era veiculado no canal TIM dentro do programa Chespirito, que incluia pequenos capítulos de Chapolin Colorado, outra criação de Roberto Bolãnos, além também do Dr. Chapatin e outras esquetes cômicas sem personagens fixos. No ano seguinte, Chaves ganhou uma série própria de 30 minutos na Televisa que durou até 1979. Depois disso, Chespirito voltaria a ser produzido em 1980 até finalmente acabar em 1995. Todavia, Chaves havia parado de fazer parte do programa Chespirito desde 1992.

No ar há mais de quatro décadas, seu enredo não exige quase nada do telespectador e ganha fãs a cada geração. Seu humor meio bobo pode ser considerado sem graça por alguns, mas está mais próximo da ingenuidade. O choro falso de Chiquinha; a malandragem de Seu Madruga; as bochechas de Quico; o cabelo de Dona Florinda; o sanduíche de presunto; a bola quadrada; a fadiga de Jaiminho e tantas outras coisas, já se tornaram parte da cultura brasileira, embora se trate de uma produção mexicana.

El Chavo del Ocho

Um dos meus episódios favoritos, sem dúvidas, foi a viagem a Acapulco. Que depois pude descobri que o episódio de Acapulco não teria sido o último gravado com Carlos Vilagrán, intérprete de Quico. Mas sim o último exibido com o personagem. De qualquer maneira, mesmo sem ter certeza, a canção da Boa Vizinhança, cantada em um luau na praia, mantém uma aura quase épica para os fãs da série. Prometendo não se despedirem jamais, e com uma das atmosferas mais amigáveis, o capítulo é absolutamente clássico. Seja pela tristeza inicial de Chaves ao achar que ficaria para trás, ou por seu encantamento com a porta giratória, ao fazer sua primeira grande viagem.

Um dos destaques, sem dúvida, foi finalmente poder vê-los com um figurino diferente dos de sempre. Adaptados com o mesmo quê de simplicidade das roupas do dia a dia, talvez tenha sido um pouco frustrante que Dona Clotilde (interpretada por Angelines Fernández) tenha mantido o mesmo vestido azul, mas nada supera o macacão listrado de Professor Girafales (interpretado por Rubén Aguirre), especialmente quando ele quase se afoga numa piscina com a altura de suas pernas.

Mas além das vestimentas, a mudança de cenário também merece ser mencionada. Chamado por aqui, em algumas dublagens, de Guarujá, o lugar contribuiu para que a história pudesse explorar outras possibilidades, coisa que a vila restringia bastante.

E nesse sentido, também não há como esquecer as tramas passadas no restaurante de Dona Florinda (interpretada por Florinda Meza). Já sem a presença de Seu Madruga (interpretado por Ramón Valdés) no enredo, foi nesse período que Dona Neves parece ter ganhado mais destaque. Ao lado de Seu Jaiminho e sua eterna fadiga, foram muitos momentos que fugiram do formato ‘normal’ da história, mas que no entanto, conseguiram ser tão divertidos quanto possível.

Além desses, vale mencionar também todas as aulas tidas pelos personagens. A escola que abrigava os coadjuvantes Godinez, Pópis, Nhonho e Paty, às vezes, era um pouco complicada de acompanhar, graças a algumas dificuldades de tradução ao pé da letra, contudo, ajudou a consolidar bordões como “que burro, dá zero pra ele“, além de mostrar o lado apaixonadinho do menino, bem como um certo ciúme de Chiquinha (interpretada por María Antonieta de las Nieves). O romance nunca acontecido ou explorado entre os dois amigos sempre foi uma dúvida pra mim. E é falando sentimentalmente que lembro de mais um capítulo inesquecível. Aquele em que Chaves deixa a vila sendo chamado de ladrão. A cena, considerada uma das mais tristes exibidas, é daquelas em que dá vontade de entrar na tevê, e reclamar contra a injustiça. No fim das contas, o responsável pelo crime era o senhor Furtado, que acabou por se redimir no final. Entretanto, ver que todos brigaram com uma criança honesta foi um dos instantes mais dramáticos da série acostumada a fazer rir.

El Chavo del Ocho

Apesar de ser um programa criado na decada de 70, conseguiu traduzir com louvor dramas sociais com a leveza que uma criança necessita para adquirir opinião própria sobre as questões sociais. Muito mais do que isso, Chaves também despertou sentimento de justiça, de carinho, de cuidado, de preocupação. Eu sou muito fã dessa turma, daqueles de como tantos outros assistiu mil vezes o mesmo episodio e ainda consegue sorrir das trapalhadas da turma. O Chaves, o Kiko, Chiquinha, Dona Florinda, Seu Madruga e toda turma, vivem, e vivem no coração de uma legião de pessoas que adoram esse humor inteligente que eles souberam fazer como ninguém.

Frases como “foi sem querer, querendo“, “conta tudo pra sua mãe“, ou mesmo com o protagonista ‘irmão’, Chapolin, e seu “não contavam com minha astúcia“ fazem parte da cultura popular e caiu na boca do povo.

Se comparada com super produções atuais, seu cenário, figurino e até mesmo roteiro, podem parecer meio bobos, porém, de longe muito mais coerentes do que relógios de mil funções e dramas precoces, que apostam em figuras não tão infantis e às vezes, exageradas demais.

Claro que não dá pra dizer que seja uma obra prima absoluta, livre de falhas, ou mesmo não admitir que tem aspectos super valorizados. O que faz diferença, pelo menos pra mim, é notar que apesar disso, conseguiu sobreviver e narrar histórias que vão além do superficial.  Pode ser que durante a infância, dentro de toda atmosfera de inocência do período, não dê pra notar, por exemplo, o quanto a fome e a miséria rondavam aquelas pessoas. Ainda assim, é impossível não celebrar o enredo por tentar imprimir noções de realidades como essa, passeando pela ficção, mas sem se perder apenas no surreal. E principalmente, por não cair da armadilha de ter tornado isso um dramalhão recheado a lágrimas, a não ser aquelas derramadas dentro do barril.

Em tempos em que o politicamente correto reina, é um alento saber que frases como “não se misturar com a gentalha” não soam como nenhuma grande ofensa e que brincar com a tragédia não precisa necessariamente ser algo ruim, especialmente pra quem sabe como fazer isso. E Chaves sabia. E só por isso já merecia todas as comemorações do mundo nesses tantos e tantos anos no ar. 

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Music Box #46: Thisway - Crawl

6/10/2019 11:41:00 PM 0
Music Box #46: Thisway - Crawl
A THISWAY foi formada no verão de 1997 pelo cantor Brandon Wilde e pelo guitarrista Chris Foley; logo juntou-se o baterista Andy LaDue e o baixista Len Monachello a tempo de gravar a primeira demo do grupo.

No período de atividade a banda foi composta por Brandon Wilde (vocais, violão), Chris Foley (guitarra, backing vocals), Len Monachello (baixo, backing vocals) e Andy LaDue (bateria).

Capa do álbum Thisway

Juntos, pouco mais de um ano, o THISWAY gerou um burburinho na cena dos clubes de Nova York e foi cortejado por várias grandes gravadoras. No verão de 1998, a banda assinou com a Reprise Records.

Seu álbum de estreia, produzido por David Kahne (Paul McCartney, Sugar Ray, Sublime), foi lançado na primavera de 1999. O álbum imediatamente chamou a atenção das principais redes de TV norte-americana. "Crawl" se tornou a música da temporada de outono da rede The WB (atual The CW), enquanto "Nice" foi escolhida como tema para a série, Odd Man Out da rede ABC. "She Takes" e outras faixas do álbum também tocaram em vários shows como ER, Jack & Jill, Dawson's Creek e Angel.

A banda Thisway mostrou em seu primeiro e único álbum um lembrete refrescante e revelador de que melodias memoráveis, letras inteligentes e arranjos hábeis são verdades musicais eternas. Surgiu em 1999 um sinal para a perfeição pop alternativa no novo milênio, é isso, a banda Thisway.

''Crawl'' foi um dos maiores sucessos da banda que apostava em um som mais alternativo. Em 2001, eles desfizeram o contrato com a gravadora Reprise Records. A banda continuou as atividades de forma independente, até encerrar em 2003.

Foram lançados duas versões da música e disponibilizo aqui:

Crawl (primeira versão):


God bless me. 
Staring at the alter, 
Down on my knees...

Father can you help me,
With the choice I've made. 
'Cause you ain't gonna break me, 
For living life this way.

Crawl (segunda versão):


Promises tell me in a thousand ways
Movin on forever
Livin' life this way

I've never seen an angel
But I'm trying to believe

Curtiram? Até o próximo #MusicBox!

domingo, 9 de junho de 2019

Music Box #45: Hypnogaja - Outside, Looking In

6/09/2019 04:49:00 PM 0
Music Box #45: Hypnogaja - Outside, Looking In
Mais um #MusicBox, dessa vez ao som de Hypnogaja. Uma banda pouco conhecida por aqui, mas você já deve ter ouvido ela em alguns filmes e produções televisivas.

Hypnogaja é uma banda de rock norte-americana de Los Angeles, CA. O grupo é composto pelo vocalista Jason "ShyBoy" Arnold , o tecladista Mark Nubar Donikian, o baterista Adrian Barnardo e os guitarristas Bryan Farrar e Abe Parker.

No início, era apenas um projeto, mas o seu segundo álbum "Brigde to Nowhere" foi um verdadeiro sucesso, levando a banda a continuar gravando novos álbuns. Temas da banda são o amor, a comunidade e os seus problemas e o significado das guerras.


Hypnogaja

Em atividade desde 2000, o gênero musical da banda vai do rock alternativo ao hard rock. Eu conheci a banda através da trilha sonora do filme Carrie (2002), desde então escuto algumas músicas deles. Resolvi compartilhar ''Inside, Looking In'' uma das minhas favoritas.

Essa versão de ''Outside, Looking In'' foi lançado no álbum White Label, Vol. 1 em 2004, uma compilação com edição limitada, dessa vez numa pegada mais de hard rock.

Tem um trecho da canção logo no início que eu gosto muito ''Enquanto eu estou lá deitado no chão, eu me lembro de todos os bons momentos de ontem. E como eu espero lá para ser encontrado, eu reflito sobre os maus momentos de ontem''. 

Aumenta o som!


Curtiram o som? Continue no blog acompanhando mais postagens. Até mais #MusicBox!