O Planeta Alternativo: Um pouco disso, um pouco daquilo – e muita música!

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

O Que Há de Novo em Séries #13: Reign

10/18/2018 09:27:00 AM 0
O Que Há de Novo em Séries #13: Reign
Ei pessoal! Hoje quero falar de um primor de série que acabei me viciando. Reign é a #13 do O Que Há de Novo em Séries. A narrativa descreve a história de Mary Stuart da Escócia e seu caminho até o poder, iniciando com sua chegada à França com 15 anos e seu noivado com o Príncipe Francis. Acompanhada de suas três melhores amigas, Mary precisa sobreviver às intrigas, inimigos e forças obscuras que tomam conta da corte francesa.

Reign

Reign é baseada na história real da rainha Maria da Escócia e sua rivalidade com sua prima Isabel I da Inglaterra. A série Reign surge como uma proposta de tanto apresentar a vida da Rainha Maria Stuart da Escócia (interpretada por Adelaine Kane) quando aos 15 anos de idade, a Rainha Mary Stuart da Escócia precisa retornar à França para se proteger dos ataques da Inglaterra. Prometida desde os seis anos ao Príncipe Francis (interpretado por Toby Regbo), ao chegar ao castelo, Mary Stuart precisa conquistar o coração de Francis enquanto aprende as regras de sobrevivência da Corte Francesa.

A série não é nenhum Game of Thrones da vida, pois ela é original do canal aberto norte-americano The CW. Geralmente os canais abertos não levam tanto 'sangue' pra tela. Com uma trama envolvente, uma excelente equipe de produção o seriado é bem desenvolvido desde a escrita do roteiro, quanto com a produção de cenografia e figurino. Além de conter os dramas favoritos do público, Reign se desenrola em torno da paixão, aventura, traição, poder e morte da vida da Rainha Maria Stuart.

A série já foi finalizada, com quatro temporadas. Vale a pena. No Brasil a série está disponível apenas pela Netflix.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Na Minha Playlist #186: Jars Of Clay - Liquid

10/17/2018 10:30:00 AM 0
Na Minha Playlist #186: Jars Of Clay - Liquid
Bom dia! É quarta-feira. Como está a semana de vocês? #NaMinhaPlaylist trouxe mais uma vez o som da banda Jars of Clay, uma das minhas favoritas. 

NA MINHA PLAYLIST DE #186 É: ''LIQUID'' DO JARS OF CLAY

Jars of Clay

Jars of Clay
é uma das minhas bandas favoritos no estilo rock cristã. Foi formada em Greenville, Illinois, Estados Unidos. Nas músicas da banda pode-se perceber uma mistura de gêneros musicais, como: folk, rock, música eletrônica, música erudita e pop, bem como pela maneira de transmitir a Fé Cristã, por via de ricas e poéticas letras.

Seus membros são Dan Haseltine (voz, percussão), Charlie Lowell (piano, órgão, acordeon, segunda voz), Stephen Mason (guitarra, voz, bandolim e segunda voz) e Matthew Odmark (violão, banjo e segunda voz). 

O nome da banda significa "Vasos de barro ou Jarros de Argila" e é uma referência ao texto bíblico de 2 Coríntios 4:7.

Mas temos esse tesouro em vasos de barro, para mostrar que este poder que a tudo excede provém de Deus e não de nós.

Eles já tem 11 álbuns de estúdio gravados. É muita música boa e que tem o intuito de levar a palavra de Deus.

A canção ''Liquid'' faz parte do primeiro álbum da banda. Foi o segundo single de rádio de Jars of Clay de seu álbum de estréia auto-intitulado. A música foi escrita enquanto os membros da banda eram estudantes do Greenville College . A primeira gravação da música aparece no álbum de demonstração da banda, Frail . A canção foi gravada novamente em 1995 para o álbum de estréia auto-intitulado. Foi gravado pela primeira vez com o trabalho de produção da banda, então foi gravado novamente quando Adrian Belew foi trazido para produzir duas das faixas do álbum. Uma versão acústica de "Liquid" aparece no álbum duplo da banda em 2003, Further: From the Studio, From the Stage.

Ouça!


Aumenta o som. Até a próxima!

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Music Box #39: The Pretenders - Human

10/15/2018 05:44:00 PM 2
Music Box #39: The Pretenders - Human
Finalzinho de tarde e ouvindo um bom som! Trouxe ''Human'' dos The Pretenders no #MusicBox. Vamos lá!

The Pretenders é uma banda de rock anglo-americana formada em Hereford, Inglaterra. A banda original é formada pela vocalista e guitarrista Chrissie Hynde, o guitarrista James Honeyman-Scott, o baixista Pete Farndon, e Martin Chambers.

A banda se formou na Inglaterra no final da década de 70, pela vocalista Chrissie Hynde, uma norte-americana que já havia participado dos grupos: Jack Rabbit, nos Estados Unidos e Gallie, na França. Os outros integrantes eram Pete Farndon (baixo) , James Honeyman-Scott (vocais, teclados, guitarra) e Martin Chambers (bateria). Alguns membros acabaram saindo da banda ao longo dos anos.

Capa do álbum Viva el Amor

A canção ''Human'' faz parte do álbum Viva el Amor lançado em 1999 pela banda. É uma reiterpretação da canção Human On The Inside dos Divinyls.

O cover do Pretenders fez algumas alterações positivas com relação a versão original. Além de modificar o título original, que passou a se chamar simplesmente Human, a melodia e o arranjo empregados pelo Pretenders foram simplificados, retirando as rebarbas e aparando as arestas musicais. Comparado o cover com a versão do Divinyls, Chrissie Hynde e companhia conseguiram dar outra cara a canção, deixando-a muito mais palatável e radiofônica. Essa transformação permitiu que os Pretenders chegassem com o cover de Human ao 30º lugar nos EUA e ao 17º lugar das paradas de sucesso neozelandesas.

Apareceu na trilha sonora do filme "Saving Grace", de 2000. Ele também tocou na temporada da série Charmed no episódio "Love Hurts" como a música de pós-créditos. Foi a música tema da série de televisão americana Cupid (1998-1999).

Ouça!


Ótima semana a todos!

O Exemplo de Paganini

10/15/2018 09:43:00 AM 2
O Exemplo de Paganini
Era uma vez um grande violonista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho.Outros, que era sobrenatural. As notas mágicas que saiam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo. Numa certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo.

A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro foi ovacionado. Mas quando a figura de Paganini surgiu, triunfante, o público delirou. Paganini coloca seu violino no ombro e o que se assiste a seguir é indescritível. Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias parecem ter asas e voar com o toque daqueles dedos encantados. DE REPENTE, um som estranho interrompe o devaneio da platéia.

Uma das cordas do violino de Paganini arrebenta.

O maestro parou. A orquestra parou. O público parou. Mas Paganini não parou. Olhando para sua partitura, ele continua a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.

O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.

Mal o público se acalmou quando, DE REPENTE, um outro som perturbador derruba a atenção dos assistentes. Uma outra corda do violino de Paganini se rompe.

O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo e Paganini não parou.

Como se nada houvesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou tirando sons do impossível. O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.

Mas o público não poderia imaginar o que iria acontecer a seguir. Todas as pessoas, pasmas, gritaram um OOHHH! Que ecoou pela abobadilha daquele auditório.

Uma terceira corda do violino de Paganini se quebrara. O maestro pára.

A orquestra pára. A respiração do público pára. Mas Paganini não pára.
Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído. Nenhuma nota foi esquecida. O maestro, empolgado, se anima.

A orquestra se motiva. O público parte do silêncio para a euforia, da inércia para o delírio. Paganini atinge a glória.Seu nome corre através do tempo. Ele não é apenas um violinista genial.

É o símbolo do profissional que continua diante do impossível.

Niccolò Paganini

Quando tudo parece ruir, dê uma chance a você mesmo e vá em frente. Pode ser  problema pessoal, conjugal, familiar, qualquer coisa que esteja  afetando a sua auto-estima  ou seu desempenho profissional. Tenha certeza de uma coisa: Nem tudo está perdido. Ainda existe uma corda e é tocando nela que Você exercerá seu talento. Tocando nela é que Você irá vibrar. Aprenda a aceitar que a vida sempre lhe deixará uma última corda. Quando sentir desânimo, nunca desista. Ainda existirá a corda da persistência  inteligente, do "tentar mais uma  vez ", do dar um passo a mais com um enfoque novo. Desperte o Paganini que existe dentro de Você  e  avance para vencer. Vitória é a arte de Você continuar, onde os outros  resolvem parar.


Ótima semana para todos! ;)

sábado, 13 de outubro de 2018

Old Is Cool #24: Morrissey - Suedehead

10/13/2018 10:44:00 AM 2
Old Is Cool #24: Morrissey - Suedehead
Para abrir nosso final de semana aqui no blog, no Old is Cool de #24 trouxe o som de Morrissey com ''Suedehead''.
Para quem não conhece, Morrissey é um cantor e compositor inglês, é o ex-vocalista e letrista da banda The Smiths (que já apareceu aqui no blog), tendo co-composto todas as músicas com o guitarrista Johnny Marr.

O cantor e letrista foi o único com talento e vontade em manter-se vivo e trabalhando depois que o maior grupo inglês dos anos 80 resolveu sair de cena, mantendo uma obra perfeita e intacta.

Morrisey

A canção ''Suedehead'' faz parte do primeiro álbum homônimo de Morrissey, que se tornou um sucesso absoluto em seu lançamento 14 de março de 1988. O cultuado álbum de Morrissey completou três décadas de existência em 2018.

Esta foi a música que Morrissey escolheu como primeiro single, e não poderia ter acertado mais. A faixa tornou-se um grande sucesso e bastam alguns segundos de sua introdução para ser reconhecida. O termo suedehead é dado a uma tendência cultural, assim como o skinhead, que se destacava pela forma polida de se vestir, o uso de lambretas, algo parecido com os antigos mods. No caso, esta referência só pode ser sentida no clip da música, cuja letra fala de um suposto término de envolvimento amoroso, no qual a outra parte insiste em tentar levar a relação adiante.

Em versos como “Por que você me manda bilhetes bobos?”, “Por que você me telefona?”, e “Eu sinto muito”, fica no ar a dúvida se tudo não se trata da penosa separação dos Smiths, tese que é reforçada pela forma de cantar em falsetes típico dos tempos da banda. Significados a parte, a música tornou-se um dos hinos de sua carreira solo, e em seu clip há claras referências a um de seus grandes ídolos: o magistral James Dean.

Ouça.